A dengue segue como um dos principais desafios da saúde pública, especialmente nos períodos de calor e chuvas, quando aumenta a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença. A prevenção continua sendo a forma mais eficaz de controle, já que a dengue pode evoluir para quadros graves quando não há acompanhamento adequado.
Os primeiros sintomas costumam incluir febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares e articulares, náuseas e manchas avermelhadas na pele. Em casos mais severos, podem ocorrer sangramentos, queda de pressão arterial e comprometimento de órgãos, situações que exigem atendimento médico imediato.
Além dos riscos à saúde, a dengue provoca afastamento das atividades diárias e sobrecarga dos serviços de atendimento. Por isso, reconhecer os sinais e buscar orientação profissional logo nos primeiros sintomas é fundamental.
A principal forma de prevenção está na eliminação dos criadouros do mosquito. Evitar água parada, manter caixas d’água vedadas, limpar quintais e descartar corretamente recipientes são ações simples e eficazes.
Para o presidente do CIMSA, Jorge Molina, o enfrentamento da dengue depende do envolvimento coletivo.
“A prevenção começa nas atitudes diárias da população. Quando cada pessoa faz a sua parte, protegemos não apenas nossas famílias, mas toda a comunidade”, destaca.
O CIMSA reforça que o combate à dengue é permanente e que informação, vigilância e responsabilidade compartilhada são essenciais para reduzir casos e salvar vidas.