Encontrar alguns fios de cabelo na escova, no travesseiro ou durante o banho faz parte do processo natural de renovação dos fios. No entanto, quando a queda se torna intensa, persistente ou acompanhada de falhas no couro cabeludo, é importante investigar a causa.
A queda excessiva de cabelo pode estar relacionada a diversos fatores, como alterações hormonais, estresse, deficiência de vitaminas e minerais, anemia, uso de alguns medicamentos, infecções, doenças autoimunes e predisposição genética.
Além das causas temporárias, algumas condições de saúde podem interferir diretamente no crescimento e fortalecimento dos fios. Por isso, a avaliação médica é essencial para identificar a origem do problema e indicar o tratamento mais adequado.
Uma alimentação equilibrada, rica em proteínas, ferro, zinco e vitaminas, aliada ao controle do estresse e à adoção de hábitos saudáveis, contribui para a saúde capilar. Também é importante evitar procedimentos químicos excessivos e o uso inadequado de produtos sem orientação profissional.
O presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde (CIMSA), Jorge Molina, destaca que mudanças aparentemente simples no organismo podem indicar a necessidade de uma avaliação clínica.
"Nosso corpo costuma dar sinais quando algo não está funcionando adequadamente. Observar essas mudanças e procurar orientação profissional é fundamental para o diagnóstico precoce e para a promoção da saúde. O CIMSA trabalha constantemente para levar informação de qualidade à população e incentivar o cuidado preventivo", afirma.
O CIMSA orienta que a queda de cabelo persistente não deve ser encarada apenas como uma questão estética. Em muitos casos, ela pode representar um indicativo de alterações no organismo que merecem investigação e acompanhamento profissional.